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It might be over soon...

Completei os 30 dias de Yoga com a Adriene! Fiquei muito feliz com tudo que passei e aprendi nesse mês. Teve cansaço, relaxamento, introspecção, suor, choro, risos, vontade de “pular” um dia e até desistir, acho que faz parte do processo.

O que vai ser daqui para frente, eu ainda não sei, mas espero experimentar diferentes tipos de yoga, diferentes práticas, diferentes instrutores até achar o que me faz sentir bem (find what feels good, já dizia a Adriene).

Registrei tudo, dia a dia, no mastodon. Para que não se perca, resolvi deixar registradinho aqui também, lá vai:

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Uma das minhas primeiras resoluções para 2021 é retomar a yoga. No começo de 2020, eu fiz o desafio de 30 dias do Yoga With Adriene e senti muitos benefícios através da prática. Mas na correria da vida e tantas outras coisas inesperadas que aconteceram, eu acabei deixando a yoga em segundo plano até o ponto em que parei de praticar.

Abri o YouTube hoje, atrás de uma prática mais leve pra tentar retomar com calma, já que meu corpo não é mais o mesmo, e encontrei um vídeo da Adriene, postado a pouco tempo, nos convidando a participar mais uma vez desse desafio.

O vídeo é curto e traz apenas algumas explicações sobre como será o desafio e o que você precisa saber pra começar. O desafio começa de verdade amanhã, então dá tempo de preparar esse psicológico.

Acho que é um bom modo de reiniciar. Primeiro porque eu acho a Adriene uma graça e, segundo, porque dá pra sentir que ela não quer ditar o que é certo ou errado, mas incentivar o autoconhecimento.

Veremos se vou conseguir seguir com os 30 dias e, mais importante, se eu consigo ir além deles.

#yoga #pessoal

Primeira postagem da minha série de recomendações. Costumo fazer recomendações direto no mastodon, mas muitas acabam se perdendo com o tempo. Aqui, vou poder entrar em mais detalhes sobre porque gostei disso e daquilo outro, e também vou ter um arquivo mais organizado dessas recomendações, yay! Não esperem nada muito profundo, não vai ter.

Então, vamo lá!

Álbum: RISE Artista: Willow, Jahnavi Harrison Data de lançamento: 20 de novembro de 2020 Gravadora: MSFTSMusic / Roc Nation Records, LLC

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Não sei falar sobre muitos assuntos. Mesmo quando eu tenho domínio sobre, não consigo falar. É difícil dimensionar quando falar com e para as outras pessoas se tornou difícil para mim.

Na formatura do prézinho, eu fui oradora da turma. É provável que esse tenha sido o único momento em que eu estava segura do que tinha que falar. Eu, com 6 anos, na frente de algumas dezenas de pais que me olhavam ansiosos, prontos para verem seus filhos jurarem, depois de mim, que seriam crianças educadas, que brincariam na hora de brincar e estudariam na hora de estudar, obedecendo seus professores. Essa era uma parte do discurso, eu lembro bem. Outra coisa que lembro é que esqueci de dizer “mão direita estendida”, a primeira frase da sequência que eu ensaiei por meses até decorar. Fico me perguntando se esse meu medo (?) de falar tem alguma relação com esse pequeno ato falho do meu pequeno eu de 1999.

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Uma das palavras que mais gosto é “overthinking”, não só pela sonoridade, mas pelo significado: pensar demasiadamente. Talvez até por identificação? Não sei, eu gosto de ter uma única palavra pra definir esse estado.

Eu penso demais. Um turbilhão de coisas passa pela minha mente, associando passado e presente, trazendo dores de cabeça que eu achei já ter superado. Um pensamento leva a outro, que leva a outro e a outro. No final, eu nem sei mais no que estava pensando.

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Em novembro, mês em que ocorre o Dia da Consciência Negra, o Grupo de Trabalho Relações Étnico-Raciais e Decolonialidades (GT-RERAD) está realizando ações para celebrar a Biblioteconomia e as pessoas bibliotecárias negras.

Como bibliotecária negra, graduada em uma universidade pública do Nordeste e que só teve dois professores negros durante sua formação, qualquer ação positiva para divulgar e celebrar esses profissionais me alegra.

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De acordo com a numerologia:

O 22 é uma combinação rara de ideal e pragmatismo. É o número da ambição, mas também é o número do balanço.

Numa quinta-feira chuvosa, 22 de julho de 1993, nasci. E não foi até a minha adolescência que esse número começou a aparecer repetidas vezes para mim. Ou será que foi quando eu realmente comecei a prestar atenção?

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